Como fazer meu site aparecer no topo do Google

Diante da imensidão da web, que inclusive é o motivo por trás do nome Google, destacar-se entre quase que uma infinidade de resultados requer esforço. E à medida que surgem novos produtos e serviços na internet, é necessário investir em práticas para conseguir um bom rankeamento no mecanismo. 

O rankeamento, ou seja, a classificação no Google, ocorre por meio de diversos fatores. Caso você possua um negócio anunciado online, com certeza não quer perder tempo e ficar para trás de seus concorrentes. Pelo contrário, quer alcançar o primeiro lugar na Search Engine Results Page (SERP) do motor de busca. 

Para alcançar um bom posicionamento, algumas otimizações na sua página devem ser feitas. Além disso, é preciso focar em aumentar o número de tráfego orgânico, o qual não requer investimentos financeiros e significa resultados positivos a longo prazo. 

As palavras-chave de pesquisas feitas no sistema possuem uma lista de soluções exibidas em um ranking. O usuário pode até acessar o último site da SERP, mas com certeza, seguindo os critérios de avaliação dos algoritmos, o primeiro é o melhor. 

Dessa forma, para chamar a atenção dos robôs do Google e mostrar que a sua página é relevante para as palavras-chave buscadas pelos usuários, prepare o seu conteúdo. Quanto mais “adequado” ele estiver, maior a chance de ser rankeado na primeira posição. 

E aí, quer aprender como fazer seu site aparecer no topo do Google? Continue a leitura desse artigo e conquiste mais cliques!

A importância de rankear no Google

Imagem de blocos do jogo Jenga empilhados e em equilíbrio. O intuito é representar a base, assim como o topo.
Foto: Joshua Miranda (Pexels)

Você já sabe alguns dos principais fatores considerados pelos robôs do motor de busca para rankear um site. Mas por que um bom posicionamento na web é importante para o seu negócio? 

O rankeamento atrai visibilidade orgânica, ou seja, o usuário vê as páginas no topo da SERP como soluções para seu problema. Agora pense nos anúncios pagos que aparecem em algumas pesquisas. Provavelmente eles serão evitados, não é mesmo?

Assim como os anúncios, sites que não estejam na primeira página dificilmente serão visitados. E quanto menos tráfego, menor a chance de estar na SERP e de obter um aumento na receita. Portanto, caso o seu objetivo seja ganhar mais acessos e bons rendimentos, é necessário estar entre os melhores resultados de busca. 

Como falamos na introdução deste artigo, classificar-se no topo do Google por meio do tráfego orgânico é duradouro, além de ser gratuito. Isso pode ser feito por meio das técnicas de Search Engine Optimization (SEO), que é um conjunto de estratégias do marketing digital

O mecanismo de pesquisa considera as páginas que proporcionam uma boa experiência aos seus usuários, também chamada de user experience (UX). Portanto, entregar informações de qualidade é uma maneira de se destacar para os algoritmos, além de conquistar confiança do público alvo e a brand awareness.

Como funcionam os algoritmos do Google

Imagem códigos algorítmicos verdes em um painel digital preto.
Foto: Markus Spiske (Unsplash)

Os algoritmos do Google, também chamados de crawlers, fazem uma varredura na web atrás de novas páginas ou atualizações daqueles já existentes. Após essa identificação, os robôs coletam os dados de cada site e analisam para qual palavra-chave se destina o conteúdo. 

As informações coletadas pelos algoritmos também são anexadas em uma base de dados do servidor para futuras combinações de termos e respostas aos usuários. Os dados são armazenados de acordo com a política de privacidade da empresa e em segurança. 

E por falar sem segurança, além das palavras-chave, os bots também consideram a confiabilidade das fontes. Portanto, os sites mais relevantes diante dos “olhos” do motor estarão nos primeiros resultados. E caso uma página não deva ser exibida, deve possuir o código noindex

O trabalho desenvolvido pelos crawlers é dividido em três partes. Veja abaixo:

Rastreamento

Os Googlebots funcionam como rastreadores, os quais estão sempre em busca de novos dados e armazenam as URLs em uma lista na “biblioteca” do motor. Os sites rastreados são definidos por softwares de computadores, assim como a frequência com que isso deve ser feito e também a quantidade de páginas que devem ser buscadas em cada um deles.  

Em páginas já conhecidas pelos crawlers e que os proprietários tenham criado links para novas, o rastreamento também é feito. Além disso, eles também podem facilitar o trabalho dos robôs e enviar um sitemap ao mecanismo. 

As páginas rastreadas são salvas como “cópias” nos servidores do mecanismo, o que quer dizer que foram indexadas. Com isso, estão aptas a aparecer nos resultados de buscas.

Indexação

Depois de analisar as páginas e concluir o processo de rastreamento, o conteúdo delas fica armazenado no índice do Google. Para isso serve a indexação de um endereço, estar na lista do motor para aparecer nos resultados de busca sempre que for necessário. 

As informações como imagens e vídeos são armazenadas no banco de dados, o qual está espalhado em diversos computadores. E entre os fatores mais relevantes para a indexação estão, por exemplo, tags e alt texts de imagens.

Os algoritmos buscam pelos melhores conteúdos e conseguem identificar a qualidade de cada um. Dessa forma, fique atento aos critérios do motor de busca e logo sua página será indexada.

Rankeamento

Você já sabe que o rankeamento vem de ranking, portanto, é a ordem de resultados indexados de acordo com cada pesquisa. E também já falamos que para estar na SERP, as páginas devem oferecer o mais qualificado conteúdo, principalmente porque a ordem pode ser volátil. 

O rankeamento é “personalizado” em todas as pesquisas e as posições são definidas por uma série de fatores. De acordo com o Google, caso você cumpra mais de 200 critérios dele, pode ser que seja rankeado. 

Como esse número é um pouco alto, vamos explicar quais acreditamos serem os mais relevantes para conseguir um bom posicionamento orgânico. Confira:

PageRank

Esse é mais um termo que vem de ranking, porque implica na pontuação de uma página. As notas atribuídas à autoridade de uma página para determinada palavra-chave podem variar entre 0 e 10. 

O PageRank é um algoritmo utilizado pelo mecanismo para posicionar os sites nos resultados. Para medir a importância de um site, são consideradas a qualidade e quantidade de links associados a ele. 

Autoridade do site

A relevância de uma página leva em conta a quantidade de vezes que ela foi indicada por outros sites, parceiros, entre outros. E quanto mais links, melhor.

Uma outra métrica para isso é feita dentro do próprio site de uma empresa. Por exemplo, caso a home esteja distante do contato, os crawlers acreditam que uma dessas páginas não é tão importante.

Conteúdo

O conteúdo é, de fato, o fator mais importante para os Googlebots quando se trata de rankeamento. Caso as informações contidas em uma página não sejam úteis para os usuários, por qual razão seria rankeada?

Para conseguir um bom posicionamento, é preciso investir em estratégias de marketing de conteúdo. E isso inclui estudar títulos, os próprios textos, o conceito de URL, heading tags e muito mais. Esses elementos são utilizados pelos bots na identificação da relação entre as palavras-chave e determinada página.

Relevância de links

O PageRank e a autoridade de uma página são medidos pela quantidade de links atribuídos, não é mesmo? E quanto maiores forem os números, a chance de ocupar o primeiro lugar da SERP está logo ali. 

E para isso, é preciso ser citado por outros sites. Por exemplo, uma página sobre medicina veterinária deve ser linkada nas postagens de algum centro de referência para conseguir uma boa posição. 

Dessa forma, a relevância dos links de um domínio está condicionada às citações em postagens de negócios que tenham autoridade online no mesmo segmento. Então invista em estabelecer boas relações com a vizinhança!

5 estratégias de SEO para rankear mais rápido

Imagem de quadrados de letras que formam a palavra SEO em uma superfície de madeira.
Foto: Firmbee (Pixabay)

Apesar de as atualizações do Google serem constantes, as estratégias de rankeamento existentes não são excluídas. E saber aplicá-las no canal digital da sua empresa no mecanismo é importante para aumentar suas conversões. 

O Search Engine Optimization possui o intuito de rankear o máximo de páginas associadas a um site na web. Se ocupar a primeira posição de uma SERP já é bom, imagine em muitas outras. 

Pensando nisso, separamos 5 estratégias de SEO ideais para rankear mais rápido. Confira!

Palavra-chave

As palavras-chave estão entre os fatores mais relevantes de SEO, e você sabe por que? É que são elas que determinam o direcionamento de soluções para as pesquisas dos usuários.

Por isso, é preciso realizar um estudo sobre elas para inseri-las da maneira correta nos conteúdos. Caso as palavras-chave estejam apenas espalhadas em um texto, sem coerência, os algoritmos do Google saberão que não é ali que o internauta será ajudado. 

Estude a palavra-chave e produza conteúdos sobre ela, mas faça isso com consciência. Desse jeito, você saberá qual utilizar em determinada situação e os crawlers reconhecerão seu cuidado em ofertar as melhores informações. 

Uma dica para rankear com palavras-chave é focar naquelas que são long tail, ou seja, possuem um menor volume de busca. Apesar de não parecer uma prática recomendável à primeira vista, pode ter certeza que é o caminho certo. 

Isso porque um termo em “alta” provavelmente possui diversos conteúdos voltados a ele na web. E as long tails, pelo fato de serem mais específicas e longas, aumentam as chances de rankeamento. 

Velocidade de carregamento

Acessar uma página e esperar minutos até que ela carregue é uma péssima experiência para qualquer usuário e, consequentemente, para o Google. Conforme os critérios do mecanismo, qualquer site deveria ser exibido por completo em, no máximo, dois segundos. 

Os sites devem ser programados para serem ágeis e, portanto, garantir que as pessoas não saiam deles antes de encontrarem as informações que precisam. Afinal, caso as soluções para seus problemas não estejam ali, é provável que seu concorrente as tenha. 

Uma página lenta na web é dispensada por clientes e parceiros em potencial, o que é ruim para qualquer negócio e também para o posicionamento no servidor. Sendo assim, invista em uma programação voltada para a melhor velocidade de carregamento possível. 

Mobile friendly

Devido à expansão do uso de dispositivos móveis no mundo, as buscas realizadas neles aumentaram. O Google, por sua vez, desenvolveu nos últimos tempos diversas atualizações para compreender a experiência dos usuários em smartphones. 

Em 2018, o mecanismo chegou à conclusão que a garantia de uma boa UX depende da adaptação e funcionamento de qualquer página para o formato móvel. Para identificar os sites que são mobile friendly, ou seja, cumprem este critério, existe uma ferramenta original para isso. 

Os designs adaptados smartphones são importantíssimos para fazer com que os usuários retornem ao seu site. Além disso, também possuem influência na velocidade de carregamento, ok?

Tags on page (título e meta descrição)

O título e a meta descrição, também chamadas de tags on page, são aqueles textos referentes aos sites que aparecem nos resultados de busca. É importante que eles chamem a atenção do usuário, de forma que ele veja onde está a resposta para sua dúvida. 

Faça com que esses dois fatores de rankeamento sejam claros, pois são eles o primeiro contato com o seu conteúdo, antes mesmo do acesso à página. Além disso, vale ressaltar que pesquisar o comportamento antes do clique, ou seja, o padrão de leitura dos internautas, pode te ajudar nessa construção. 

As tags on page também devem possuir a palavra-chave do texto. No campo da meta descrição cabem 156 caracteres, mas caso você utilize todo o espaço, o texto ficará cortado na SERP. Portanto, faça apenas um breve resumo. 

É importante ressaltar que a meta descrição não é um fator de rankeamento direto no Google, mas sim uma forma de atrair a atenção dos usuários. Consequentemente, o tráfego orgânico aumenta, assim como a classificação no motor de busca. 

Sitemap

Os proprietários dos sites podem criar um sitemap, que lista todas as páginas do domínio, inclusive aquelas que não estão visíveis para os internautas, como forma de facilitar a indexação por parte dos algoritmos. Ele é basicamente um mapa do site, que permite a descoberta de URLs por meio de uma rede de links. 

As páginas de um site e a relação entre elas devem estar presentes no sitemap. Dessa forma, os algoritmos conseguem identificar quais informações são mais relevantes. 

Caso você queira acelerar esse processo, pode fazer o envio deste arquivo ao Google. Para enviar um sitemap, basta carregar o arquivo pelo Google Search Console, o qual também pode indicar possíveis erros.

Agora que você já sabe quais as práticas para fazer com que seu site apareça no topo do Google, é hora de alavancar seus resultados. Comece agora mesmo! 

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